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Reforma no PIS/COFINS pode gerar desemprego, alerta diretor da PROEMPREL

O Congresso Nacional pode aprovar em breve uma reforma no Pis/Cofins voltada para a unificação dos impostos. Na prática, as mudanças propostas podem elevar em 5% os tributos já cobrados na Nota Fiscal das prestadoras de serviços, o que deve desestimular a contratação de pequenas e micro empresas, beneficiando apenas cerca de 3% do total de organizações do País.

A possibilidade da elevação dos impostos não agrada os empresários que temem um aumento no desemprego e na inflação.

 

No meio do atual turbilhão político-econômico do Brasil, o Congresso Nacional pode aprovar em breve uma reforma no Pis/Cofins voltada para a unificação dos impostos. Na prática, as mudanças propostas podem elevar em 5% os tributos já cobrados na Nota Fiscal das prestadoras de serviços, o que deve desestimular a contratação de pequenas e micro empresas, beneficiando apenas cerca de 3% do total de organizações do País. A possibilidade da elevação dos impostos não agrada os empresários que temem um aumento no desemprego e na inflação.

 

O diretor da PROEMPREL Contabilidade e Consultoria Empresarial, Rogério Farias, dá mais detalhes das mudanças e suas implicações: “Estamos acompanhando as discursões sobre a proposta de mudança. Entendo que seria mais um fator complicador para a malha arrecadatória brasileira. Hoje existe uma sistemática de tributação para empresas optantes do regime cumulativo, na ordem de 3,65% sem a possibilidade de crédito pelos serviços tomados. Com essa proposta, a alíquota será unificada em 9,25% com possibilidade de crédito nas notas fiscais dos tomadores de serviços, ou seja, regime não cumulativo. Em princípio, certamente, a carga tributária aumentará”, explica.

 

Entidades como a Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel), já estão divulgando manifestos contra a medida, pelo potencial risco na geração de desempregos, como também afirma Rogério Farias: “Algumas atividades não terão notas fiscais suficientes para abatimento do imposto a pagar, por isso, analiso como sendo potencial gerador de desemprego a aprovação desta medida. Vai impactar diretamente o segmento de TI, causando uma retração de investimentos nessa área. Outro ponto conflitante é que a proposta de lei não contemplar a possibilidade de geração de crédito pela contratação de uma empresa optante pelo Simples Nacional, excluindo assim uma grande fatia de atividades econômicas”, disse, completando com um alerta aos associados da RedePetro PE: “Para os associados da RedePetro, em suma, poderão sim esperar a elevação dos seus custos frente ao aumento da carga tributária”, finaliza.

 

Embora a proposta, criada ainda durante o governo Dilma Roussef, seja tratada pelo atual governo como uma das medidas para a saída da crise econômica, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, já se declarou contra a votação do projeto.

 

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Matéria no NoticiadorWeb: Reforma no PIS/COFINS pode gerar desemprego, alerta diretor da PROEMPREL

Autor: Newsletter do Locador

Data de Publicação: 19/12/2016

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